10 junho, 2009

Um minuto de silêncio


Direto do túnel do tempo, é ressuscitado o drama médico mais antigo da televisão. Sim, estréia hoje no Brasil a 15ª e - graças a Deus - última (você leu certo: ÚLTIMA) temporada de ER.

Depois de 15 anos tentando se reinventar (e falhando; tanto em audiência quanto em criatividade), os produtores de ER - finalmente - jogaram a toalha - ou o scalpel, se você entender o trocadilho. Mas, convenhamos, a série já não faz sucesso a pelo menos uns 10 anos. Eles poderiam ter percebido isso antes e ter dado um fim digno, de 'já acabou?' do que o arrastado final 'já se vai tarde.' para o drama que abriu espaços para outros ótimos seriados médicos como Grey's Anatomy e House.

Um ponto é inegável, há 15 anos atrás os produtores acertaram 'em cheio' o mercado, mas infelizmente, não souberam administrar o potencial que a série tinha. O que sobra agora é tentar salvar os últimos suspiros da série, ressuscitando junto com ela, alguns médicos e médicas para alavancar a audiência - vide volta de George Clooney.

Mas, a verdade é que o drama por fim, assinou seu protocolo DNR (do not ressuscitate) ou, como eu prefiro: DNER (do not EVER ressuscitate). O warner channel exibe a série (episódios inéditos) toda quarta, às 22h. A pergunta é: E aí? Você vai dar uma 15ª e última chance à série?

Eu não.

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